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Série Especial: Não alimente os mitos - O adoçante tipo aspartame

23/09/2010

Vamos abordar as lendas que cercam os adoçantes, principalmente os do tipo aspartame.

O aspartame, um tipo de adoçante, é um aditivo alimentar criado para substituir o açúcar refinado. Ele foi elaborado no ano de 1965 por uma empresa americana chamada G.D. Searle & Company, que foi posteriormente adquirida pela Monsanto. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso, por isso é um dos adoçantes mais utilizados em bebidas.

Abaixo, tire as dúvidas quanto à saúde e à segurança do uso do aspartame.


O aspartame é seguro?

Sim, existe consenso entre inúmeros comitês internacionais sobre a segurança do aspartame.

O que acontece com o aspartame no nosso organismo?

Ele é metabolizado no trato gastrointestinal liberando dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, e metanol.

O ácido aspártico liberado pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. Doses de aspartame acima da dose diária recomendada resultam em aumento pequeno de ácido aspártico no sangue, bem abaixo de doses consideradas como prejudiciais à saúde.

Alimentos em geral podem conter ácido aspártico. Por exemplo, um hambúrguer de 100 g pode conter até 40 vezes a quantidade de ácido aspártico presente em uma lata de refrigerante (350 ml) adicionado de aspartame.

O aspartame pode ser consumido por grávidas e crianças?

Sim. O metabolismo do aspartame já foi estudado nestes grupos da população, não havendo até o presente evidências científicas de que gestantes e crianças metabolizem o aspartame diferentemente de um adulto normal.

Existe alguma relação entre o consumo de aspartame e esclerose múltipla, Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer ou aparecimento de tumor cerebral?

Não. Esclerose múltipla é uma doença causada por muitos fatores, não existindo qualquer associação entre sua ocorrência e o consumo de aspartame.

Também não existem evidências científicas associando o aspartame com Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer e ocorrência de tumor cerebral.

O aspartame prejudica o diabético?


Não. Estimativas de ingestão de aspartame por diabéticos indicam um consumo considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

FONTE: SAÚDE PLENA

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