Pergunte ao especalista

Em Foco

Campanha no Facebook permite angariar donativos contra a esclerose múltipla PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail Escrito por CP

27/07/2011

Uma campanha lançada no Facebook permitiu à Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) angariar um donativo de 15 000 euros, proveniente de uma empresa líder na investigação e comercialização de soluções terapêuticas para pessoas afectadas por esta doença.

“Tenho mas não todos os dias” foi o mote da acção de solidariedade digital, no âmbito da qual o vídeo colocado na página da SPEM no Facebook [www.facebook.com/SPEM.Portugal] mereceu a preferência de 7 500 pessoas. Por cada “like” associado a este trabalho, a Biogen Idec contribuiu com um donativo de dois euros.

Em pouco mais de duas semanas de campanha, o número de seguidores desta página aumentou de 3 000 para 18 000, colocando a associação portuguesa entre as dez mais populares naquela rede social, a nível mundial, sobre o tema da esclerose múltipla.

O donativo foi entregue recentemente, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença do músico Rodrigo Leão e do poeta João Negreiros, responsáveis pela música e poema originais do vídeo “Tenho mas não todos os dias”, destinado a homenagear todas as pessoas que têm esclerose múltipla.

Este trabalho criativo, em que participou o grupo “Amigos da Esclerose Múltipla de Aveiro”, surgiu a partir do testemunho de alguns sintomas da doença. Com base nesta experiência, João Negreiros criou o poema “A dor mente” e Rodrigo Leão desenvolveu uma peça sonora. O vídeo, produzido pela empresa aveirense Farol da Vida, foi realizado por Joaquim Pavão.

Sobre esta acção de solidariedade, a directora da SPEM, Manuela Duarte Neves, admitiu tratar-se de “um privilégio poder contar com o enorme talento e sensibilidade dos artistas, para transmitir de forma tão sensível e nobre a mensagem do que é ser portador de esclerose múltipla”.

Doença do foro neurológico, a esclerose múltipla afecta cerca de 6 000 portugueses e mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo. Os sintomas mais comuns surgem, normalmente, entre os 15 e os 40 anos e têm impacto negativo sobre a visão e a mobilidade, causando dormência, fadiga e desequilíbrios.

FONTE: CAMPEÃO PROVINCIAS

Outras Noticias