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Aluno da Unesp Rio Preto é premiado em evento internacional Trabalho, da área de medicina regenerativa, ficou entre os dez melhores do simpósio

16/09/2011
Agência BOM DIA O acadêmico Idiberto José Zotarelli Filho, do curso de Química Ambiental da Unesp de Rio Preto, foi um dos dez premiados no SIMEC (XI Simpósio Brasileiro de Matriz Extracelular e V Simpósio Internacional de Matriz Extracelular), realizado no final de agosto em Búzios (RJ). Idiberto recebeu menção honrosa pelo seu trabalho de iniciação científica, apresentado em forma de painel, intitulado “Estudos físico-químicos e biológicos de matrizes de quitosana, quitosana-colágeno e colágeno para a engenharia de tecidos”, desenvolvido sob a orientação do professor Marcio José Tiera, do Departamento de Química e Ciências Ambientais. Por meio do estudo, os pesquisadores desenvolveram uma matriz para cultivo de diferentes linhagens celulares, o que pode possibilitar, no futuro, a regeneração de tecidos que tenham sido danificados. O trabalho já havia sido apresentado em Rotterdam, na Holanda, no International Society for Cellular Therapy e já havia sido premiado em primeiro lugar na 8ª Semana de Química Ambiental do Ibilce, realizada em junho deste ano, como melhor trabalho em Medicina Regenerativa e Engenharia de Tecidos. Por ser um trabalho multidisciplinar, Idiberto, além da orientação do professor Marcio Tiera, contou com o auxílio e orientação dos professores Sebastião Roberto Taboga e Paula Rahal, responsáveis pelos laboratórios de Microscopia e Microanálise e de Microbiologia e Cultura Celular, respectivamente. O trabalho teve ainda a colaboração do técnico Luiz Roberto Falleiros e do doutorando em Microbiologia Bruno Carneiro. Motivação O acadêmico conta que ficou muito surpreso com a premiação em um evento internacional de grande magnitude, em que competiu com trabalhos de alunos, professores, mestres e doutores de grandes universidades brasileiras e internacionais. “Quando apresentei meu painel no evento, percebi que a avaliação havia sido bastante positiva, mas daí para ser um dos dez premiados no evento é um passo largo. Essa vitória me trouxe mais motivação para continuar trabalhando”, diz. “Escolhi trabalhar com a medicina regenerativa, pois é uma área que possibilita a regeneração de tecidos como a pele, cartilagens e ossos, contribuindo para possível cura de doenças como Alzheimer, Parkinson, diabetes, esclerose múltipla, entre outras”, declara.

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