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A falta de conhecimento sobre a Esclerose Múltipla

04/10/2012

Por Marcelo Tavares

Nassif,

Pessíma reportagem exibida no Globo Reporter na última sexta feira

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2012/09/conheca-historia-de-p...

Total falta de conhecimnento do assunto principalmente quando afirmam "Quando doutor Yano, que é psiquiatra, soube que estava gravemente doente, a estimativa mais otimista era de apenas 6 meses de vida. Ele estava com esclerose múltipla".

Nem se preparar para uma reportagem que aborda uma doenças esse jornalistas se deram ao trabalho. Sou portador de Escleros Multipla a 6 anos. Morremos com Esclerose Multipla e não dela.

Como fica a cabeça de uma pessoa que acaba de ser diagnosticada e acha uma reportagem desta na internet em um grande veiculo de comunicação?

Do G1

Conheça a história de pessoas que acreditam na energia espiritual

Casos que a medicina ainda não tem como explicar. Quatro histórias de cura com o mesmo remédio: os passes de dona Isabel.

De repente, uma doença sem cura e a vida por um fio.

"O médico falou pra gente ‘não dou 2 meses pra ele’", disse a filha de Zé Carlos.

"As dores são fortes mesmo. E a gente precisa ter um equilíbrio muito grande pra poder suportar tudo isso", afirmou Zé Carlos.

De uma hora pra outra, um diagnóstico que ninguém merece.

"Ele chegou carregado, com o lado direito todo sem movimento, sem enxergar, com a boca torta”, lembrou a mulher de Yano.

Como aguentar uma lesão grave no menisco sem cirurgia?

"Não sinto absolutamente nada. Nada”, revelou Alessandro.

E quando o futuro de uma criança sai do controle dos pais?

"As informações eram as piores possíveis, até de infecção generalizada", contou o pai.

"Então, tem que operar rápido, urgente", contou a mãe.

"Eu não fiz nenhuma cirurgia, não tomei remédio. Fiz o tratamento espiritual e fui curada", disse Isabela,

São casos assim que a medicina ainda não tem como explicar. Quatro histórias de cura com o mesmo remédio: os passes de dona Isabel.

Já são quase 70 anos que ela trabalha com a mediunidade para curar as pessoas. Mas até hoje não gosta de falar em milagres.

"Não existe milagre. Existe trabalho e progresso. Felicidade é consequência”, afirmou Isabel Salomão de Campos, médium.

Ela também faz questão de dizer que o médium é apenas um instrumento das equipes do plano espiritual. No caso dela, é um grupo chefiado por dois médicos: o cirurgião André Luiz, que também trabalhava com Chico Xavier, e o português João de Freitas, que atendia as comunidades pobres do século 18, no interior de Minas.

"Ele é o mentor do meu trabalho. A minha parte é a vigilância, os cuidados que eu tenho que ter com a minha vida. Você vigiando a sua oração tem acesso entre os mentores, entre os trabalhadores de Jesus. Quanto mais perfeita a integração entre o médium e o espírito mentor, mais satisfatória é a cura, mais satisfatória é a melhora do paciente, e mais satisfatório é o resultado do trabalho", disse dona Isabel.

Às sextas e sábados, a Casa do Caminho, que é a casa de dona Isabel, vira um pronto-socorro movimentado. Ninguém sabe explicar ainda o que acontece. O certo é que raramente alguém que esteja desenganado pela medicina tradicional, depois de passar por esta enfermaria, vai embora sem pelo menos uma esperança de cura.

São em média 800 pessoas a cada fim de semana. E dona Isabel precisa da ajuda de muitos voluntários. O grupo é coordenado por três médicos: Mirna, Sílvio e Didier.

Quando seu Zé Carlos esteve aqui pela primeira vez, só mesmo um "milagre" pra dar conta da situação. O câncer no intestino tinha evoluído para metástase óssea, comprometendo toda a coluna. Pela frente ele tinha poucas semanas de vida, uma cadeira de rodas e muita dor.

"Quando ela dava o passe, eu sentia aquela paz, aquela tranquilidade, então, aquela coisa boa, aquele calor. E nesse momento, a dor diminuía”, disse José Carlos Portes, fiscal de arrecadação aposentado.

"Ele dirige, tem dia até que faz arte, começa a querer lavar o quintal, ele esquece que tem um problema, que existe, persiste, porque ele tem uma disposição muito grande, muita alegria. Ele levanta cantando", ressaltou a esposa.

"A gente quando tem fé, a gente sente que vai melhorar. Tem que ter o pensamento positivo. Eu sentia isso. Nunca me senti derrotado não. Eu falei ‘eu vou vencer. E vou vencer’", contou Zé Carlos.

Mas os exames comprovam que as sequelas do câncer não foram apagadas. Da forma como a medula está comprimida, seu Zé Carlos deveria sentir dores insuportáveis.

"Como é que uma pessoa com esse grau de comprometimento não tem queixa? Realmente a gente tem que parar pra pensar. Nós temos que imaginar que temos um poder limitado. E a partir daí a gente imagina que sempre nós vamos precisar de ajuda. E essa ajuda vem, com certeza. Tanto pra nós, médicos, como pros pacientes”, afirmou o oncologista João Carlos Campos.

"Ó, o caminho da doença: quando a gente não vigia o pensamento, não vigia a palavra, não vigia o sentimento, esse é o caminho aberto para as enfermidades. Por isso que o pensamento, a palavra, as atitudes, são forças que nos elevam aos espíritos do bem, ou nos prendem à terra, aos espíritos negativos. E o doutor João de Freitas seria o espírito superior que trabalha junto aos enfermos, que ajuda os enfermos. Ele não evita doenças. Ele trata do espírito doente. Para que o corpo seja favorecido; enquanto o médico cuida do corpo, o doutor Freitas com sua equipe, no caso, cuida do espírito", revelou dona Isabel.

Os médicos já viram o suficiente nos consultórios para admitir a necessidade de investigar pra valer esse mistério. O grupo que se reúne uma vez por mês com dona Isabel, em Juiz de Fora, já tem mais de 20 especialidades. Todos querem aprender sobre o espírito, essa parte de nós que não costuma ser estudada nas escolas de medicina.

Quando doutor Yano, que é psiquiatra, soube que estava gravemente doente, a estimativa mais otimista era de apenas 6 meses de vida. Ele estava com esclerose múltipla.

"É uma doença auto-imune, quer dizer, você mesmo volta a sua imunidade contra si próprio. Aí, você tem que tomar remédio para sua imunidade não cair tanto. Ao diminuir sua imunidade, você fica exposto às agressões do ambiente: infecções, gripe”, afirmou Yano Salomão de Campos, psiquiatra aposentado.

Ele podia não acreditar na época, mas sem ter o que fazer, aceitou o socorro da própria mãe: dona Isabel tratou do filho durante quase dois meses.

"No meu filho, o André Luis usou uma bisnagazinha assim, e foi como se estivesse soltando os tecidos dele, e soldando mesmo, ou colando, e ele foi ficando bom. Ele tomou 50 passes. Cada dia, cada manhã ele levantava melhor", disse dona Isabel.

" E 13 anos depois eu estou aí vivo ainda, aposentado por invalidez porque realmente não tenho condições de fazer tudo, mas proporcionalmente, eu estou ótimo", afirmou Yano.

E ele tem razão. Durante dez anos levou uma vida normal, sem remédios, até um novo surto que deixou sequelas. E diante de 13 anos de sobrevida, o doutor Yano reconhece o poder da parceria entre a medicina tradicional e a espiritualidade.

"Eu tenho 34 anos de formado, a quantidade de médico que convive comigo, que me olha e fala, ‘Yano, você tá bem demais’. Então é evidente pra eles também uma indicação que tem que ser estudado isso. É uma associação excelente", afirmou Yano.

O caso de Isabela é outro que não tem explicação científica. Aos 4 anos, começou a ter febre e a reclamar de muita dor na perna esquerda. Era osteomielite, um abscesso dentro do fêmur,
Para os médicos, não há outro caminho a não ser operar o paciente na hora.

"Se ela pega uma gripe, uma dor de garganta, e o organismo dela não disseminar isso bem, é uma janela aberta para uma infecção grave, uma septicemia, então, tem que operar rápido, urgente", disse a mãe Sandra Cordeiro, funcionária pública.

Aceitar esse tratamento significava assumir, além do risco de uma cirurgia, sequelas pro resto da vida: no mínimo, uma enorme cicatriz externa e uma perna mais curta que a outra.

"Aí, desequilibrou o nosso dia-a-dia. E, então, como temos muita fé, começamos a apelar para a providência divina, aí é que nós começamos a percorrer outro caminho, que não na medicina tradicional, e sim espiritual, pra ver se conseguíamos superar esse problema, que era muito grave", revelou o pai Hélber Cordeiro, delegado aposentado.

Isabela ficou quatro meses tomando passes com dona Isabel. A febre e a dor foram embora logo no começo. Mas os pais só tiveram coragem de refazer os exames, sete meses depois. E as imagens da ressonância magnética surpreendem até hoje. Foi uma cura que não deixou sequelas.

"Como se ela não tivesse passado aos 4 anos de idade por essa alteração. Com a medicina convencional é muito difícil a gente explicar. Eu não consigo te dar essa explicação. Eu entendo que alguma coisa houve. E não foi a medicina convencional", ressaltou o ortopedista Jurandir Antunes Filho.

Com 16 anos hoje, Isabela não é só uma princesa. Trabalha como modelo, quer ser médica no futuro e não esquece de agradecer, todos os dias, tudo o que já ganhou.

"Sou grata primeiramente a Deus, a dona Isabel e à minha família, que me apoiou muito", disse Isabela Cordeiro, modelo.

Dona Isabel explica que no caso das crianças a ajuda espiritual é mais eficaz. É que na infância, somos mais puros de idéias e ações. E isso facilita muito o trabalho dos mentores através dos médiuns.

"Houve a cirurgia, tirou o tumor. André Luis tirou o tumor, fez a limpeza local, e o doutor Freitas deu o fluido espiritual”, falou dona Isabel.

E o que será que aconteceu com Alessandro? Quem o vê jogando bola com o filho jamais imaginaria que o joelho está há mais de 10 anos nesse estado. A lesão no menisco é de grau máximo. Sem cirurgia, é impossível andar sem dor.

"A dor era terrível. Eu rompi numa partida de squash, logo depois sem conseguir andar, fui ao médico e ele indicou a artroscopia. Procurei a dona Isabel pra fazer um tratamento espiritual pra preparar pra cirurgia. Depois do tratamento espiritual, a dor desapareceu e eu não fiz cirurgia", ressaltou Alessandro Arbex, diretor de filmes publicitários.

E a ressonância, repetida agora pela terceira vez, apresentou o mesmo resultado de dez anos atrás.

"É difícil a gente pegar um paciente com uma ruptura de menisco dessa, estando assintomático. Não sentir nada não é muito comum", revelou o doutor Jurandir.

"Eu não penso em fazer cirurgia não. Eu não sinto nada. Se eu sentisse incômodo, se o joelho falhasse pra valer, se eu sentisse dor, mas eu não sinto nada, pra que eu vou buscar cirurgia sem dor nenhuma? Eu acho que pelo tratamento espiritual foi bloqueado. A perna está bloqueada. Vou deixar assim até eles acharem que deve", afirmou Alessandro.

Teremos todas essas respostas um dia? Para dona Isabel, nunca houve dúvida. Ela entrou em contato com o mundo espiritual ainda menina, aos 9 anos. E perto de completar 90, segue a mesma receita de saúde e bem-estar.

"É preciso que a humanidade acorde e aproveite o tempo para progredir porque nós podemos ser felizes aqui na Terra. Porque Deus nos criou para sermos felizes e isto é importante que nós entendamos. Deus não nos criou para o sofrimento", completou dona Isabel.

 

FONTE: LUIS NASSIF ON LINE

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