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Esclerose Múltipla

27/11/2013
O número de pessoas afetadas pela esclerose múltipla ao redor do mundo aumentou nos últimos 5 anos, a saber: um total de 10%, totalizando 2,3 milhões de pacientes. Esta doença comumente afeta duas vezes mais as mulheres que os homens. A esclerose múltipla também prevalece nos países que recebem menos luz solar, tais como: a Suécia e a Argentina.A esclerose múltipla é uma doença crônica, que debilita o cérebro, o nervo óptico e os nervos da coluna. Tudo indica que seja uma doença autoimune; isto é, uma enfermidade em que o sistema imune ataca o próprio organismo. 


Da mesma forma em que os fios elétricos são protegidos por uma fibra isolante externa, nossos nervos são protegidos por uma camada protetora chamada ‘mielina’. Na esclerose múltipla, a mielina inflama, é danificada e se desprende dos nervos. Com o passar do tempo, a ela é destruída por completo. As áreas afetadas impedem a passagem dos impulsos nervosos que vêm e vão do cérebro, o que acomete a força muscular e a coordenação motora, bem como a visão. Por fim, a doença resulta na degeneração dos nervos causando debilidades motoras no(a) paciente.

Não se sabe ao certo as causas da doença. Contudo, sabemos que ela ocorre em episódios (ataques) que duram semanas ou meses, com intervalos de melhora. O primeiro sinal da doença ocorre comumente entre os 18 e 55 anos. A expectativa média de vida dos(as) pacientes diagnosticados(as) é de 35 anos contados a partir do encetamento da enfermidade.

Nos últimos anos, porém, novas medicações injetáveis ou por via oral fabricadas pelas empresas farmacêuticas Novartis, Biogen e Sanofi tem se mostrado promissoras.
Fonte: RAC

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