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Perguntas Frequentes

Atualmente, não há exames de sangue específicos, técnicas de imagem (por exemplo: imagem por ressonância magnética, ou tomografia computadorizada), testes de função imunológica, ou testes genéticos que possam, por si, determinar se a pessoa tem EM ou pode vir a te-la no futuro. O diagnóstico é clínico, feito com base no histórico médico da pessoa, na avaliação dos sintomas percebidos e referidos pelo paciente, e na existÊncia de sinais neurológicos detectados pelo médico (mas não necessariamente percebidos pelo paciente) durante o exame neurológico. Tanto os sintomas como os sinais são necessários, pois sintomas são qeixas subjetivas, que vairam enormemente de um indivíduo para o outro, enquanto sinais são percepções mais mensuráveis e objetivas. Exemplos de sintomas, frequentemente relatados por pacientes com EM, incluem problemas de visão, locomoção, controle de bexiga, fadiga e sensações desconfortáveis, como dormência e formigamento. Sinais comuns que podem ser detectados pelo médico durante o exame físico, mesmo que a pessoa nunca os tenha notado e nunca tenha sido afetada por essas mudanças, incluem movimentos alterados dos olhos e respostas anormais das pupilas, mudanças sutis nos padrões da fala, respostas reflexas alteradas, coordenação comprometida, distúrbios sensoriais e evidência de espasticidade e/ou fraqueza nos membros.

A fim defazer um diagnóstico definitivo da EM, o médico precisa descobrir o seguinte:


- placas ou lesões em pelo menos duas áreas distintas da substância branca do SNC;


- evidência de que as placas ocorreram em épocas diferentes, ou ocorreram demodoprogressivo, em período de 6 meses; e, talvez o mais importante,

-que não há outra explicação razoável para tais placas.

 

Em outras palavras, o diagnóstico da EM só pode ser feito após a exclusão de qualquer outra explicação possível para os sinais e sintomas.

 

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